Vendi minha empresa. E agora?

Em nossa última newsletter falamos sobre o que chamamos de “síndrome da 2a feira” sob a ótica de quem compra uma empresa – ou seja, os diversos desafios que se apresentam logo após o fechamento da transação e da respectiva e justa celebração. Hoje iremos abordar o “outro lado da moeda”: a perspectiva de quem[…]

O que vem depois do champanhe? Ou a síndrome da 2a. feira…

A cena é clássica: após uma longa e desgastante negociação, cercada de incertezas e expectativas, chega o Dia do Fechamento. Em uma sala com uma mesa geralmente grande, reunem-se os representantes legais de compradores e vendedores acompanhados de seus advogados e assessores financeiros. Os contratos, já impressos, estão empilhados no centro da mesa e o[…]

Fique de olho no timing

Em um dos nossos últimos artigos, falamos sobre a importância de organizar um processo competitivo pelo ativo no momento da sua venda. Isto é uma das principais ferramentas para maximizar o valor a ser capturado na transação. Desta vez vamos explorar outro fator importante de ser levado em consideração ao se vender uma empresa –[…]

O negócio já está fechado…só que não!

Dentre as coisas mais interessantes da nossa profissão de advisor em operações de fusões e aquisições os desafios trazidos pelos nossos clientes talvez mereçam destaque. A maioria deles nunca vivenciou uma transação de compra e venda de empresas – o que é natural, já que ninguém vende e compra empresa toda hora! E é justamente[…]

M&A – Oportunidade ou Alternativa Estratégica?

A grande maioria dos empresários e executivos de grandes empresas não recorre à operações de fusões e aquisições como uma forma de aprimorar a execução de sua estratégia de negócios. Estas operações são geralmente tratadas de maneira oportunística – normalmente motivadas por uma abordagem vinda de fora para dentro – e sem nenhum ou pouco[…]

A importância da execução

Cada vez mais empresas de todos os portes e segmentos se preocupam com suas estratégias e procuram dar um caráter mais pragmático às mesmas. Até bem pouco tempo atrás investir num ciclo de planejamento estratégico era um privilégio das grandes empresas, principalmente as multinacionais. Estas últimas traziam modelos pré-formatados de suas matrizes e os adaptavam[…]

VAREJO MAIS – O Caso Brasileiro

Recentemente publicamos um artigo no qual foi explicado o conceito da metodologia VAREJO MAIS ( ou “EST” Retailing) desenvolvido por Norman McMillan e posteriormente adaptado por Willard Ander, ambos sócios da empresa de consultoria especializada em varejo e distribuição, McMillan Doolittle. Neste artigo daremos seqüência ao assunto, mostrando aplicações práticas por varejistas brasileiros do conceito[…]

Que convergência é esta?

Basta abrir uma revista especializada na área de telecomunicações, ou até mesmo revistas mais genéricas que ultimamente têm sido atraídas pelo tema, que a palavra “convergência” irá aparecer. Apesar de se tratar de um termo com diversas aplicações contemporâneas, convergir nada mais é que dirigir-se para um ponto em comum, ou seja, quando duas ou[…]